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Fundos de Investimentos

São produtos financeiros constituídos em forma de condomínio que têm o objetivo de aplicar coletivamente o dinheiro de seus participantes. Assim, diversas pessoas confiam seus recursos a determinado administrador para que ele tome decisões de investimento.

As principais vantagens de investir por meio de fundos são a facilidade de diversificação da carteira, aplicação com pequenos valores, acesso à gestão profissional, diluição de custos e pagamento de impostos e redução da burocracia.

Essa modalidade é regrada pela CVM-Comissão de Valores Mobiliários, órgão regulador e fiscalizador do mercado. As decisões nos fundos de investimento são aprovadas em assembleias gerais de cotistas (como são denominados os investidores dos fundos, uma vez que, ao aplicar os seus recursos, estão comprando cotas que representam a menor fração do patrimônio líquido do fundo de investimento escolhido – soma dos valores de todos os títulos e o montante em caixa, menos as obrigações do fundo, inclusive aquelas relativas a sua administração). O valor da cota, calculado diariamente, resulta da divisão do PL pelo número de cotas. Os fundos podem ser compostos por ativos financeiros comprados pelos gestores no mercado (FIs-Fundos de Investimento) ou por cotas de Fundos de Investimento já constituídos, ou seja, são os fundos de fundos (FICs-Fundos de Investimento em Cotas de FIC). Nesse caso, devem manter no mínimo 95% do PL investido em cotas de fundos de mesma classe, exceto aqueles que forem classificados como Multimercado. Os 5% restantes poderão ser mantidos em depósitos à vista, títulos públicos federais, títulos de renda fixa de emissão por uma instituição financeira, operações compromissadas, cotas de fundos de índice que repliquem índices de renda fixa e cotas de fundos de investimento classificados como de renda fixa referenciado, curto prazo e simples. Um bom exemplo é o caso dos “fundos mãe” (FIs): compram suas cotas para distribuir em diferentes fundos menores (FICs), com diferentes tickets de entrada e taxas de administração. Os fundos são divididos em dois tipos:

  • Abertos: é permitida a entrada de novos cotistas, saída ou aumento da participação de cada um deles. Esses fundos existem por tempo indeterminado.
  • Fechados: após o período determinado de captação, os investidores ficam impossibilitados de entrar, sair ou realizar aportes. A única maneira dos cotistas saírem é vendendo as suas cotas no mercado secundário, já que essas cotas e os direitos podem ser transferidos pelo termo de cessão e transferência assinado pelo cedente e cessionário.
  • Exclusivos: são FICs destinados a investidores qualificados e criados para receber aplicações de um único cotista.
  • Restritos: FIs ou FICs destinados a receber aplicações de um determinado grupo de cotistas com vínculo familiar, societário ou econômico ou, ainda, que determine essa condição por escrito.

Todo fundo de investimento possui despesas que fazem parte de seus encargos:

  • Taxa de administração: é fixa, divulgada em percentual ao ano (base 252 dias), calculada sobre o patrimônio líquido do fundo e provisionada diariamente, afetando o valor da cota.
  • Taxa de performance: o regulamento do fundo pode determinar cobrança de taxa de performance quando a rentabilidade superar o índice de referência. É o “prêmio” cobrado pelo administrador do fundo caso o seu rendimento supere o benchmark estabelecido (referência).
  • Taxas de ingresso, saída e de custódia: os fundos podem, também, cobrar essas taxas, desde que o seu regulamento disponha a respeito.

Desde a administração até a distribuição de um fundo, diversos profissionais estão envolvidos:

  • Administrador: é o criador do fundo, responsável por seu funcionamento e características. Fica, também, responsável pela regulamentação (CVM) e documentação. O administrador é o defensor dos interesses dos cotistas.
  • Gestor: responsável pela carteira de ativos do fundo, acompanha o mercado e decide a melhor estratégia de alocação de ativos, seguindo sempre a política de investimento presente no regulamento. Busca a maior rentabilidade e o menor risco. O gestor também poderá ser o administrador do fundo.
  • Distribuidor: responde pela venda e distribuição do fundo.
  • Custodiante: responsável pela custódia dos ativos do fundo, ou seja, “guarda” os ativos. Além disso, registra, liquida e exerce os direitos e obrigações dos ativos da carteira.
  • Auditor independente: avalia contabilmente o fundo, prezando pela credibilidade das informações divulgadas nos documentos e distribuídas aos investidores. Tem o dever de garantir maior segurança aos cotistas.

Conforme mencionado no início desta abordagem, são diversas as vantagens de investir em fundos:

  • Facilidade de diversificação da carteira de investimento: o investidor tem a vantagem de poder aplicar em diversas classes de ativos, com características diferentes, com prazos e taxas distintos. É aquela famosa máxima: “não colocar todos os ovos numa única cesta”, ou seja, não é aconselhável investir todo o dinheiro somente em um ativo.
  • É possível aplicar mesmo com poucos recursos: e ter acesso a várias carteiras. Vale lembrar que alguns ativos exigem altas taxas de custódia a que o investidor, muitas vezes, não tem condições de fazer frente sozinho. Cada fundo tem um valor mínimo de entrada e existem alguns que estão acessíveis a partir de R$ 100,00.
  • Acesso à gestão profissional da carteira de investimentos: isso porque todo fundo de investimento possui gestor qualificado e certificado responsável por gerir, comprar e vender ativos para atingir objetivos, sempre seguindo o regulamento do produto. Geralmente os investidores não têm tempo ou condições para fazer gestão de suas carteiras de investimento e saber qual o melhor ativo dentro de cada cenário econômico. Como fundos de investimento têm quantidade robusta de recursos (vários investidores), os gestores conseguem montar carteiras sofisticadas, inclusive, tendo plenas condições de gestão sobre essas carteiras.
  • Diluição de custos e pagamento de impostos: ao reunir vários cotistas, um fundo consegue dissolver entre eles custos de corretagem e gestão. Em relação ao Imposto de Renda, é recolhido diretamente na fonte.
  • Menos burocracia: O gestor, além de gerir os ativos da carteira, é responsável por todo o trâmite burocrático que envolve, inclusive, recolhimento de impostos e cumprimento das regras de cada fundo. Isso é extremamente importante, principalmente para investidores que não são profissionais e não têm tempo para realizar a gestão dos seus recursos.
  • Fácil acompanhamento: Mesmo com o gestor realizando a gestão dos ativos, é importante que cada cotista acompanhe constantemente os seus investimentos. Os fundos lançam relatórios periódicos e o valor da cota é atualizado diariamente.

Em fundos de investimentos há a incidência de dois impostos:

  • Imposto sobre Operações Financeiras (IOF): Este imposto incide sobre a rentabilidade bruta do fundo de forma regressiva até 0%, sobre o seguinte intervalo de tempo: D+0 a D+30.
  • Imposto de Renda (IR): Incide de forma regressiva sobre a rentabilidade bruta (exceto fundos de ações que têm alíquota constante).

A tributação é realizada na fonte pela instituição financeira sobre a rentabilidade obtida no fundo, conforme a modalidade: fundos de ações, de curto e de longo prazo:

  • Fundos de ações: possuem no mínimo 67% do seu patrimônio líquido aplicado em ações, ou seja, renda variável. Têm a alíquota de Imposto de Renda mais favorável ao investidor: 15% sobre o rendimento bruto do fundo, independentemente do período.
    Prazo Alíquota
    Qualquer prazo 15,0%
  • Fundos de curto prazo: possuem um prazo médio de carteira igual ou inferior a 365 dias. Seguem esta regra de tributação:
    Prazo Alíquota
    Até 180 dias 22,5%
    Superior a 180 dias 20,0%
    Vale ressaltar que, independente do prazo, a alíquota mínima do fundo será de 15%.
  • Fundos de longo prazo: possuem prazo médio de carteira superior a 365 dias. Seguem a regra de tributação abaixo:
    Prazo Alíquota
    Até 180 dias 22,5%
    181 a 360 dias 20,0%
    361 a 720 dias 17,5%
    Superior a 720 dias 15,0%
    Vale ressaltar que, independente do prazo, a alíquota mínima de fundos de investimento de longo prazo é de 15,0%.
  • Come-Cotas: é a antecipação do Imposto de Renda para a Receita Federal que se traduz em redução de cotas do investidor no fundo. Esse recolhimento de cotas é realizado semestralmente (meses de maio e novembro, no último dia útil) na fonte, de acordo com as menores alíquotas para cada perfil de fundo. Vale ressaltar que fundos de ações não possuem come-cotas. Fundos de curto prazo têm a incidência de come-cotas na alíquota de 20% e fundos de longo prazo na alíquota de 15%. Esse adiantamento de imposto é deduzido posteriormente da alíquota vigente ao período. Veja os exemplos:
    Longo prazo
    Prazo Come-Cotas Alíquota
    Até 180 dias 15,0% 7,5%
    181 a 360 dias 15,0% 5,0%
    361 a 720 dias 15,0% 2,5%
    Superior a 720 15,0% 0,0%
    Curto prazo
    Prazo Come-Cotas Alíquota
    Até 180 dias 20,0% 2,5%
    Superior a 180 dias 20,0% 0,0%

Portanto, caso fique alocado em fundo de longo prazo por 725 dias, ou seja, a “alíquota mínima”, o investidor não sofrerá a incidência de imposto de renda na saída do fundo. Vale ressaltar, contudo, que o come-cotas continuará acontecendo.

  • Por que há a incidência de come-cotas: fundos têm uma característica que é essencial e os diferenciam de outras modalidades de investimento: não possuem vencimento. Logo, esse adiantamento em forma de cotas é uma forma da receita federal antecipar receitas que não têm prazo definido para tributação.
  • IOF: Além do imposto de renda, em fundos de investimento (exceto os de ações) e alguns outros ativos mobiliários há incidência do Imposto sobre Operações Financeiras. O IOF tem base de cálculo na rentabilidade e incide somente em resgates feitos nos 30 primeiros dias de aquisição do ativo. Segue esta tabela:
    Dias IOF Dias IOF
    1 96% 16 46%
    2 96% 17 43%
    3 90% 18 40%
    4 86% 19 36%
    5 83% 20 33%
    6 80% 21 30%
    7 76% 22 26%
    8 73% 23 23%
    9 70% 24 20%
    10 66% 25 16%
    11 63% 26 13%
    12 60% 27 10%
    13 56% 28 6%
    14 53% 29 3%
    15 50% 30 0%
    Vale ressaltar que a ordem de incidência dos impostos é IOF seguido de Imposto de Renda.

CDBs - Certificados de Depósitos Bancário

São títulos privados emitidos por instituições financeiras. Elas utilizam os recursos captados junto aos clientes para realizar determinadas operações de crédito e remuneram esses clientes (detentores dos títulos) com juros. Confira as modalidades disponíveis:

  • CDB prefixado: o cliente já sabe, no momento da aplicação, o quanto irá receber no vencimento.
  • CDB pós fixado: o valor a ser recebido no vencimento varia de acordo com um indexador (geralmente o CDI).

O CDB é um investimento interessante para quem busca uma renda fixa sem incidência de taxa de administração, performance ou custódia. Seus rendimentos estão sujeitos à cobrança de Imposto de Renda, de acordo com a tabela regressiva, e IOF, se resgatado nos 30 primeiros dias após a aplicação.

O risco na modalidade está relacionado a duas situações: de crédito, caso o emissor do CDB não honre seu compromisso, e de mercado, especialmente para os CDBs prefixados, já que variam conforme a taxa de juros. A segurança está ligada também à solidez da instituição emissora. Outro ponto importante é que CDBs contam com a “proteção” do FGC-Fundo Garantidor de Crédito, garantindo aplicações até R$ 250 mil.

LFs - Letras Financeiras

Títulos privados de Renda Fixa emitidos por instituições financeiras para captação de recursos de longo prazo. Elas podem remunerar o cliente com taxas de juros prefixadas ou pós fixadas, com prazo de vencimento mínimo de 2 anos. Os detentores das LFs não podem resgatar os recursos antes desse período, entretanto, estão autorizados a vende-las no mercado secundário. A tributação segue tabela regressiva para produtos de Renda Fixa e não há incidência do IOF-Imposto sobre Operações Financeiras.

Basicamente existem dois tipos de Letras Financeiras: subordinada (com cláusula de subordinação) e não-subordinada (sem a cláusula). No caso da LF subordinada, seus detentores possuem direito de crédito condicionado ao pagamento de outras dívidas da instituição emissora em caso de falência ou inadimplência. Já a LF não-subordinada não expõe seu detentor a esse tipo de risco. Pelo fato da LF subordinada trazer o mencionado risco, sua rentabilidade tende a ser maior do que a proporcionada pela não-subordinada.

Há valores nominais unitários mínimos para emissão desses títulos: R$ 300 mil para as LFs subordinadas e R$ 150 mil para as não-subordinadas. Nas duas modalidades o investimento é recomendado a pessoas com recursos que possam ser destinados a alocações de longo prazo, abrindo mão de liquidez na busca de melhor rentabilidade.

LCIs - Letras de Crédito Imobiliário

Títulos de dívida emitidos por instituições financeiras, lastreados em empréstimos imobiliários. Uma das razões dessa modalidade ser tão atrativa é a isenção do Imposto de Renda para pessoas físicas (conforme Lei nº 11.033/04). Para pessoas jurídicas, segue a alíquota da tabela regressiva de renda fixa. Quem investe em LCIs conta com a proteção do Fundo Garantidor de Crédito (FGC) nas aplicações até R$ 250 mil, caso a instituição financeira emissora não consiga arcar com os seus compromissos.

Lastreadas por empréstimos imobiliários, as LCIs têm retorno atrelado ao CDI (Certificado de Depósitos Interfinanceiros) e sua liquidez ocorre em prazo de carência de no mínimo 90 dias, definido pelo Banco Central. Passando esse período, a liquidez é diária. Algumas instituições podem colocar valor mínimo de aporte, além de taxas de custódia e comissões pela gestão do investimento.

LCAs - Letras de Crédito Do Agronegócio

Títulos de dívida emitidos por instituições financeiras, vinculado a direitos creditórios de negócios entre produtores rurais e suas cooperativas. Podem ser utilizados como lastro em financiamentos ou empréstimos relacionados ao setor do agronegócio (produção, comercialização, industrialização de produtos ou insumos agropecuários, máquinas e implementos da atividade agropecuária).

O investimento é muito utilizado por oferecer a proteção do Fundo Garantidor de Crédito (FGC) para aplicações até R$ 250 mil. Tem liquidez diária após seu período de carência e isenção de Imposto de Renda para pessoas físicas (Conforme Decreto 6.306/07, a LCA é isenta de alíquota de IOF e, conforme Lei 11.033/04, Pessoas Físicas ficam isentas de Imposto de Renda na fonte e na declaração de ajuste anual).

Quem investe em LCAs, em termos simples, está emprestando dinheiro ao banco e, ao abrir mão desse dinheiro durante determinado período, recebe remuneração. A rentabilidade da LCAs está atrelada geralmente ao CDI (Certificado de Depósitos Interfinanceiros). O risco envolvido nesse tipo de investimento é considerado baixo, conforme a solidez da instituição emissora. O prazo de carência definido pelo Banco Central para resgate é de, no mínimo, 90 dias, podendo ser superior, conforme a instituição que está negociando. As LCAs são isentas do Imposto de Renda para pessoas físicas. Já para pessoas jurídicas, seguem a alíquota de tabela regressiva (as LCAs emitidas a partir de 23 de maio de 2013 contam com a cobertura do FGC-Fundo Garantidor de Crédito).

COEs - Certificados de Operações Estruturadas

Com as mesmas premissas das notas estruturadas, muito populares na Europa e nos Estados Unidos, os COEs mesclam renda fixa e renda variável. Na maioria dos casos, oferecem garantia do capital investido, tornando, dessa forma, seu risco baixo.

A operação possui um período de carência de 6 meses, sendo aconselhável que o investidor “leve” a aplicação até o seu vencimento, pois a saída antecipada pode resultar em perda do capital investido em decorrência da marcação a mercado. Com relação à tributação, o COE segue a tabela regressiva de IR para pessoas físicas, pois, apesar da sua exposição em renda variável, o produto é considerado renda fixa e de baixo risco por garantir o principal investido, e, em alguns casos, uma taxa prefixada.

A emissão dos COEs pode ser feita em duas modalidades: valor nominal protegido, garantindo o montante principal, ou valor nominal em risco, onde há possibilidade de perda desse montante. Por tratar-se de operação estruturada, existem características que devem ser pontuadas, como o período de carência de 6 meses e a possibilidade de perda do capital, mesmo na modalidade de valor nominal garantido, em casos de resgates antes do vencimento, pois, para “desmontar” a operação, os ativos envolvidos são marcados a valor de mercado, conforme mencionado acima.

A tributação do COE segue a tabela utilizada para renda fixa regressiva. O produto pode ter diferentes tipos de rentabilidade: um COE de dólar com prazo de 24 meses e aplicação inicial de R$ 20 mil, por exemplo, remunera o investidor de acordo com a variação da moeda americana ante o real, no intervalo entre a contratação do produto e seu vencimento. Em sua lâmina, pode constar que o investidor terá remuneração tanto na alta como na baixa, sendo determinado um limite. Então, ainda seguindo este exemplo, se o dólar no vencimento valoriza ou desvaloriza até 17% ante o real, o investidor retira o principal acrescido dessa remuneração. Porém, esse é o limite, ou seja, caso a variação seja superior a 17%, o investidor terá seu ganho limitado. Como vimos anteriormente, o COE é um produto com características diferenciadas e muito atrativo, principalmente, a investidores que têm receio de perda de capital, porém, desejam ter uma experiência com renda variável.

Poupança

Investimento tradicional e muito popular no País, é destinada a investidores conservadores que buscam segurança e liquidez. Além disso, a modalidade é garantida pelo FGC-Fundo Garantidor de Crédito para aplicações até R$ 250 mil, reduzindo seu risco de crédito. Outro atrativo importante é a isenção de Imposto de Renda e IOF, o Imposto sobre Operações Financeiras sobre os rendimentos que acontecem na data de “aniversário” mensal de cada aplicação e tendem a acompanhar a SELIC.

A modalidade tem papel social importante, pois é utilizada pelos bancos para financiamento habitacional. Cerca de 65% dos depósitos devem ser destinados aos empréstimos para a compra de imóveis. Os rendimentos da poupança não são diários, mas acontecem de acordo com o “aniversário” de um mês do depósito, ou seja, se o investidor deposita em 1º de janeiro, por exemplo, precisa esperar até 1º de fevereiro para obter rentabilidade. Justamente por isso ocorre a incidência do IOF.

A rentabilidade da poupança está ligada diretamente a Selic, nossa taxa básica de juros. Se essa taxa atinge 8,5% ao ano ou menos, a poupança rende 70% da Selic + TR. Se fica acima de 8,5% ao ano, a rentabilidade é de TR+0,5% ao mês.

Tesouro Direto

Modalidade de investimento de renda fixa, com baixo risco e bom potencial de rentabilidade. Os títulos do Tesouro Direto são emitidos pelo Governo Federal – em parceria com a BM&FBovespa – para financiar as suas operações. Podem ser prefixados, com juro anual definido antes da aplicação, ou pós-fixados, com juro fixo anual mais a variação de um indexador (IPCA ou Selic). Veja outras características:

  • Funciona basicamente como um empréstimo ao Governo e o investidor recebe uma “recompensa” em juros numa das duas formas mencionadas acima.
  • A instituição financeira pode cobrar taxa de administração nas aplicações do Tesouro Direto e o percentual do Imposto de Renda depende do tempo pelo qual o dinheiro fica aplicado.
  • Os títulos atrelados à Selic podem ter oscilação menor no longo prazo para a negociação anterior ao vencimento. Os atrelados ao IPCA têm proteção contra a inflação.
  • Em caso de resgate antes do vencimento, o investidor pode negociar os seus títulos.
  • A modalidade não tem a proteção do FGC-Fundo Garantidor de Crédito.

Embora as aplicações em títulos do Tesouro Direto sejam adequadas ao investidor com perfil conservador, podem compor as mais diversas estratégias, sempre lembrando que o “melhor caminho” costuma ser a diversificação dos investimentos.

Ações

Uma ação é a fração do capital social de uma empresa (investimento inicial da sociedade que constitui seu patrimônio próprio), ou seja, quem possui uma ação, tem um pequeno “pedaço” dessa empresa. Vale ressaltar, também, que não é qualquer empresa que pode emitir ações, ou seja, são necessariamente sociedades anônimas que abrem seus respectivos capitais, sempre considerando se essa abertura é financeiramente viável.

Esses ativos mobiliários são negociados por meio de bolsa ou balcão. Há um grande mercado secundário onde um acionista pode ofertar sua participação na empresa ou comprar alguma participação. Confira as classes de ações:

  • Ordinárias (ON): voltadas a acionistas que gostariam de exercer alguma forma de influência sobre as decisões da organização em questão, por exemplo, em assembleia de acionistas. O acionista controlador da empresa possui mais do que 50% das ações ordinárias. Ações dessa classe têm, em sua terminologia, o número 3.
  • Preferenciais (PN): classe que não possui direito a voto em assembleia de acionistas, contudo, recebe dividendos primeiramente e em porcentagem maior. Além disso, em caso de falência da sociedade anônima, os acionistas dessa classe são os primeiros a receber compensações.

Na classe ON, especificamente, pode haver subclassificação (classes A e B).

Há também as chamadas units, que se caracterizam como ativos compostos de um conjunto de ações (duas ações PN e uma ação ON, por exemplo).

Essas segmentações são formalizadas e apresentadas na nomenclatura de cada ação listada na Bolsa. Porém, há classificação por liquidez e capitalização, que não se refere a critérios de participação nem interfere no código da empresa.

  • Blue Chips: consideradas ações de empresas de “primeira linha”, ou seja, que possuem alto valor de mercado e bastante liquidez. Geralmente, esse tipo de empresa tem muitos compradores e vendedores de ações, sendo conhecido, também, por ter pagamentos de altos dividendos (ações de empresas já consolidadas no mercado e que apresentam um certo grau de segurança ao investidor).
  • Mid caps: ações de empresas médias, eventualmente grandes, que, por questões de liquidez, não se enquadram entre as blue chips. O investimento pode valer a pena devido ao potencial de crescimento e valorização. Vale ressaltar que deve ser feita análise minuciosa para evitar investimentos em ativos não líquidos.
  • Small caps: ações de empresas com menor capitalização. Geralmente, têm valor menor em relação às mid caps e blue chips, e, justamente por esse motivo, investidores miram nessa alternativa buscando oportunidades de melhor rentabilidade (o ganho torna-se elevado quando elas apresentam crescimento em seus respectivos valores). Atenção especial deve ser dada ao risco, afinal, o investidor poderá ter que manter a sua posição de investimento devido à baixa liquidez do papel.

Ações dão ao seu portador o direito de compartilhar os lucros da empresa e outros recursos, até mesmo porque ele também possui um “pedaço” dessa empresa. A distribuição de recursos ocorre da seguinte forma:

  • Dividendos: conforme a lei, sociedades anônimas de capital aberto são obrigadas a distribuir, minimamente, 25% do lucro líquido anual da empresa em forma de dividendos. Logo, essa distribuição ocorre de acordo com a quantidade de ações que o investidor possui. Alguns investidores têm ações somente pelo fato da distribuição de dividendos, principalmente blue chips que costumam distribuir bons resultados. Não há incidência de Imposto de Renda sobre essas distribuições.
  • Juros sobre capital próprio: essa modalidade de distribuição de recursos ocorre independentemente da geração de lucros pela empresa. É uma forma de “fidelizar” o investidor acionista. Nesse modelo de distribuição, há a incidência de 15% de Imposto de Renda e na contabilidade da empresa consta como “despesa”.

Para comprar ações é necessária a atuação de intermediários, ou seja, não há como você ir diretamente na Bolsa de Valores e adquiri-las. São as corretoras que intermedeiam essa operação, oferecendo dois tipos de serviço: negociações via mesa (ligação) ou via home broker (plataforma online). Há sim outras formas de adquirir ações, mas indiretamente e com gestão profissional, via fundos de investimento em ações (FIAs), por exemplo. Nesse caso, incide o IR sobre qualquer valor e, geralmente, taxa de administração.

Destacam-se entre as vantagens de investir em ações a tributação reduzida, a percepção de que você está investindo em forças motrizes da economia e criando oportunidades de trabalho, o elevado potencial de rentabilidade e a possibilidade de diversificação da carteira de investimentos. É importante conhecer bem o seu perfil de investidor e acompanhar informações sobre o mercado que possam impactar o desempenho dos papéis.

Debêntures

Valores mobiliários de médio e longo prazo, emitidos por sociedades anônimas de capital aberto ou fechado, que asseguram a seus detentores, os “debenturistas”, o direito de crédito contra a companhia emissora.

É um instrumento utilizado para a captação de recursos no mercado de capitais e que, em troca, obrigam as instituições ao pagamento de juros periódicos e do valor principal no vencimento do título ou mediante amortizações. Geralmente, os recursos captados são usados para custear projetos, investir em novas instalações ou até mesmo para financiar o capital de giro das empresas.

Pelo fato da emissão de debêntures envolver altos valores, é obrigatória a elaboração de um documento denominado Escritura de Emissão, onde ficam especificadas as condições sob as quais os títulos são emitidos, bem como esclarecidos os direitos e deveres conferidos aos emissores e aos debenturistas, o montante da emissão, quantidade de títulos, data de emissão, condições de amortização e remuneração de juros, prêmio, entre outros.

Os títulos possuem rendimento que pode variar entre prefixado, pós-fixado ou híbrido e sua tributação de Imposto de Renda segue tabela regressiva de Renda Fixa. Outro fato a ser considerado é o risco de crédito que permeia as debêntures, ou seja, o não cumprimento da empresa emissora com a remuneração dos titulares. Nesse caso, por não se tratar de um produto bancário os debenturistas não contam com a proteção do FGC-Fundo Garantidor de Crédito.

Os tipos de debêntures

Há no mercado 4 tipos de debêntures:

  • Conversível: pode ser transformada em ação, de acordo com a definição prevista na escritura de emissão.
  • Simples: não possui conversibilidade, e, portanto, não pode ser transformado em ação.
  • Permutáveis: o investidor pode optar por trocar o título por ações de uma companhia que não seja a própria emissora da dívida.
  • Incentivadas: são aquelas com isenção fiscal, uma vez que buscam financiar projetos de infraestrutura.

As garantias das debêntures

A emissão do título pode ser realizada com ou sem garantias. Em relação as com garantias, temos:

  • Garantia Real: nesse caso, há o comprometimento de que bens ou direitos não poderão ser negociados sem a aprovação dos debenturistas, evitando, assim, que a garantia seja prejudicada.
  • Garantia Flutuante: assegura direito total sobre o ativo da emissora, porém, não impede a negociação dos bens que compõe o mesmo.

Já as sem garantias são classificadas da seguinte forma:

  • Quirografária: é a debênture sem preferência, ou seja, não oferece nenhuma garantia real do ativo da empresa ou de terceiros. Em caso de liquidação da empresa, o titular da quirografária só recebe antes dos investidores de debêntures subordinadas. Além disso, essa classe tem seu limite fixado ao valor do capital social da companhia, igualando-se aos demais credores quirografários no caso de sua liquidação.
  • Subordinada: é aquela que reconhece preferência somente aos acionistas da empresa, no ativo remanescente, em caso de liquidação da sociedade. Essa classe de debênture não possui limites para emissão.

CRAs (Certificados de Recebíveis do Agronegócio)

Títulos de renda fixa com lastro em recebíveis originados de negócios entre produtores rurais – ou suas cooperativas – e terceiros. Esses recebíveis têm como objetivo financiamentos ou empréstimos relacionados à produção, comercialização, beneficiamento ou industrialização de produtos, insumos ou máquinas utilizadas na produção agropecuária.

A remuneração dos CRAs ocorre por meio de taxas pré ou pós-fixadass, que podem ser uma porcentagem do CDI ou índices de preços. Boa alternativa para investimento em renda fixa, com isenção de Imposto de Renda, no caso de pessoa física, e IOF.

CRIs (Certificados de Recebíveis Imobiliários)

Títulos que geram direitos de crédito ao investidor, ou seja, ele receberá remuneração do emissor e, periodicamente, ou no vencimento do título, terá de volta o valor investido (principal). A remuneração pode ser feita por meio de taxa de juro prefixada ou por taxa fixa ajustável (TR-Taxa Referencial ou TJLP-Taxa de Juro de Longo Prazo), observando-se o prazo mínimo de um mês para vencimento ou repactuação. Os CRIs também têm isenção de Imposto de Renda para o investidor PF.

Fundos Imobiliários

Os fundos de investimento imobiliário permitem aos investidores a aplicação dos recursos no mercado imobiliário como edifícios comerciais, shopping centers e hospitais. Ao adquirir uma cota de um desses fundos o investidor passa a ser sócio de outros investidores em um ou mais imóveis e recebe mensalmente uma participação do aluguel ou porcentagem da venda.

As vantagens que mais se destacam nessa modalidade são a baixa taxa de administração, a não influência direta da taxa básica de juros no investimento, posse de imóvel sem a necessidade de controle do condomínio, aluguel e inquilino, rentabilidade isenta de Imposto de Renda, isenção também do ITBI-Imposto sobre a Transmissão de Bens Imóveis e a praticidade ao negociar cotas por meio de ferramentas disponibilizadas pelas corretoras, como home broker.

Opções

Nessa modalidade o investidor negocia o direito de compra e venda de um ativo no futuro, com preço e prazos de exercício preestabelecidos. O uso desses limites oferece diversos benefícios para quem busca maior rentabilidade e proteção contra possíveis perdas pelas oscilações do mercado de renda variável.

Vale lembrar que operações com opções são destinadas a investidores experientes, pois tratam-se de investimento de risco e podem levar a perdas patrimoniais parciais ou totais. É importante verificar se a instituição financeira escolhida é aderente ao código de regulação e melhores práticas para atividade de distribuição de produtos de investimento Anbima (Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais). Os tipos de opções são:

  • De compra: garantem ao investidor o direito de comprar o ativo por um preço predefinido a qualquer momento, até o dia do vencimento – “modelo americano”.
  • De venda: conferem o direito ao investidor de vender o ativo a um determinado preço somente no dia do vencimento – “modelo europeu”.

Confira as principais vantagens de investir em opções:

  • Alavancagem da carteira de investimentos.
  • Possibilitam fazer proteção das operações.
  • Têm alto potencial de rentabilidade.
  • Oportunidade de operar em mercados de alta, baixa ou de lado (sem oscilações significativas).
  • Diversificação das estratégias de investimento.

Derivativos

São contratos em que se estabelecem pagamentos futuros calculados com base no valor assumido por uma determinada variável que pode ser preço de outro ativo, inflação acumulada no período, taxa de juros, entre outras.

Os derivativos tinham, em sua origem, o objetivo de proteger agentes financeiros, como produtores e comerciantes, contra os riscos decorrentes da flutuação de preços e outros fatores que pudessem colocar em risco a negociação de determinados produtos.

Atualmente, a operação com derivativos visa a obtenção de ganhos financeiros nas operações que possibilitem a compensação de eventuais perdas em atividades econômicas diversas. Vale destacar que prejuízos provocados pela desvalorização cambial e variações abruptas nas taxas de juros são exemplos de situações em que os derivativos tiveram efetividade na redução de perdas e até se transformaram em ganhos.

Os principais tipos de derivativos são:

  • A termo: o comprador e o vendedor se comprometem a comprar ou vender, em data futura, certa quantidade de um bem, que pode ser uma mercadoria ou ativo financeiro, a um preço fixado na celebração do contrato. Os contratos a termo somente são liquidados integralmente na data de vencimento, podendo ser negociados em Bolsa e mercado de balcão.
  • Futuro: contrato negociado em Bolsa por meio do qual se estabelece a compra e a venda de um ativo a um determinado preço, numa data futura. O comprador ou o vendedor se compromete a comprar ou vender certa quantidade de um ativo por um preço estipulado numa data futura. No mercado futuro, os compromissos são ajustados diariamente às expectativas do mercado referentes ao preço futuro do bem. É uma forma de garantir que as partes cumprirão com os seus compromissos.
  • De opção: dá a compradores ou vendedores, em data futura, por um preço preestabelecido, o direito de compra ou venda do ativo relacionado. Como acontece com seguros, o comprador paga um prêmio ao vendedor e, diferentemente do que acontece com “futuros”, o detentor de uma opção de compra ou de venda não é obrigado a comprar ou vender.
  • Swap: contrato que determina, em diversas datas futuras, fluxo de pagamentos entre as partes. Negocia-se a troca do índice de rentabilidade entre dois ativos e a operação tem sua liquidação integral no vencimento.

Mercados Futuros

Tratam-se de oportunidades de negociação de contratos e minicontratos futuros de ativos financeiros ou commodities a determinado preço para liquidação em data futura preestabelecida.

O investidor pode negociar um produto antes mesmo de sua existência e fazer operações de proteção (hedge) contra a volatilidade do mercado. As vantagens de investir nessa modalidade costumam estar relacionadas às condições especiais oferecidas pelas corretoras. No Bradesco, as principais são acesso à plataforma da Bradesco Corretora, isenções exclusivas*, valor reduzido de corretagem, extratos detalhados de conta-corrente com histórico das operações, entre outras.

* Conferir validade em bradescocorretora.com.br

Ouro

O investimento em ouro é considerado um dos mais tradicionais, destacando-se, principalmente, por oferecer segurança e liquidez. Trata-se de excelente opção para quem tem expectativa de retorno de médio a longo prazo e deseja diversificar investimentos, proteger seu patrimônio ou reduzir perdas com volatilidades de mercado.

As principais vantagens de investimento em ouro são:

  • Ativo aceito internacionalmente.
  • Desempenho positivo em momentos de crise.
  • Liquidez imediata.
  • Reserva de valor durável.

PGBL e VGBL

Os Planos de Previdência Privada apoiam o investidor em seu planejamento futuro, sem comprometer renda atual. Ele escolhe como vai receber aquilo que investiu: se por meio de renda mensal, resgate total ou parcial. O primeiro passo é definir o objetivo: garantia de renda na aposentadoria, futuro dos filhos, aproveitamento de incentivos fiscais ou planejamento sucessório? Aqui, as escolhas como Pessoa Física passam, inclusive, pela questão tributária: o investidor utiliza o modelo completo de Declaração de Imposto de Renda? Então a recomendação é a modalidade PGBL. Modelo simplificado? A recomendação são os Planos VGBL.

Para escolher o Plano adequado, o Cliente deve levar em conta diversos fatores, sempre atento às suas reais necessidades. Vale relembrar:

PGBL

Indicado para quem declara o IR no modelo completo e permite abatimento do valor das contribuições até o limite máximo de 12% da Renda Bruta Anual Tributável.

VGBL

Indicado para quem já possui um PGBL e abate o limite máximo de 12% da Renda Bruta Anual Tributável, é isento ou declara o IR no modelo simplificado.

Seu perfil

Conhecer seu perfil financeiro é essencial para começar a investir. Qual é o seu?

Ainda não invisto meu dinheiro

Realização de sonhos, planos e objetivos têm data para acontecer. Poupar e investir, não.

Ainda não invisto meu dinheiro

Você sabe o quanto é importante investir para realizar o que planeja. Seja uma viagem, a compra de um bem ou para fazer um “pé de meia”, o tempo pode ser o seu melhor parceiro, ou seja, quanto mais cedo começar, se tiver disciplina, menor deverá ser o esforço para atingir os seus objetivos.

Apesar disso, você nunca investiu ou, ao longo do tempo, perdeu esse bom hábito e não tem se atualizado muito sobre o assunto. Ok. Embora não exista um mapa único para identificar o melhor caminho, uma das melhores alternativas é procurar quem conhece do assunto e contar com assessoria financeira especializada para começar.

E para ter acesso a todos os tipos de investimento disponíveis é necessário conhecer o seu perfil de investidor. Para isso, o Bradesco tem, entre outras responsabilidades, disponibilizar o processo conhecido como Análise de Perfil do Investidor (API). O nome pode dar a impressão de que é algo complicado, mas não é. Trata-se de um questionário muito simples que vai ajuda-lo a tomar a melhor decisão.

Você é mais conservador, gosta de começar aos poucos, sem correr riscos? Você aceita um pouco mais de risco para buscar melhores resultados? Fale com um profissional do Bradesco e descubra-se como investidor. O mais importante é poupar e investir sempre.

Já investi, mas conheço pouco sobre o assunto

O que vale é perceber o quanto investir é importante e seguir em frente.

Já investi, mas conheço pouco sobre o assunto

Se você já investiu e quer saber mais, está um passo à frente, afinal, isso mostra que dá a importância necessária para um tema tão relevante. Pode ser que em sua experiência como investidor, por razões diversas, você não tenha se aprofundado e só conheça modalidades mais tradicionais e conservadoras, como investimentos ligados diretamente à taxa de juros (Selic), por exemplo.

Com disponibilidade de recursos, você começa a pensar qual é o melhor caminho para distribuir as suas aplicações, como aproveitar as oportunidades. A essa estratégia de colocar o seu dinheiro em aplicações diferentes é dado o nome de “diversificação”, justamente a estratégia mais adequada para buscar melhores resultados e reduzir riscos.

Tudo isso deve ser feito a partir da realização do processo de Análise de Perfil do Investidor, que o Bradesco tem a responsabilidade de colocar a sua disposição. Respondendo a um questionário e conversando com nossos especialistas, você fornece as informações necessárias para identificação da sua tolerância a risco, objetivos e prazo de investimento. Com isso, podemos realizar as melhores ofertas para as suas necessidades e apoiá-lo em suas decisões de investimento.

Já invisto e quero mais informações

O hábito de investir estimula você a saber mais e abre caminhos para novas oportunidades.

Já invisto e quero mais informações

Avaliar o momento, verificar a disponibilidade de recursos, rever as estratégias. É natural que, quanto mais você investir, mais buscará informações e formas de potencializar a rentabilidade das suas aplicações.

É importantíssimo estar sempre muito bem informado sobre o momento do mercado e quais as melhores oportunidades em cada cenário. As alternativas são muitas: desde investimentos tradicionais, como aqueles ligados diretamente à taxa de juros (Selic), por exemplo, até Fundos Multimercado, Tesouro Direto, entre outros. É aí que surge a figura do nosso especialista de investimentos. A partir da realização do processo de Análise de Perfil do Investidor, que o Bradesco tem a responsabilidade de colocar a sua disposição, ele pode recomendar as estratégias e os produtos mais adequados a seu perfil, proporcionando todos os benefícios da diversificação de investimentos.

Coloque os “ovos” em cestas diferentes. Diversificar os seus investimentos costuma ser a melhor escolha.

Simule aqui a sua estratégia.

Qual tipo de investidor você se considera?

Nossos especialistas explicam tudo
o que você precisa saber para começar a investir.

Começando a investir

Entenda como pequenas atitudes podem trazer grandes resultados no longo prazo.

Construindo sua Carteira de Investimento

O hábito de investir traz resultados consistentes no longo prazo.

Já é cliente? (Acesso via Internet Banking) Agende uma Assessoria
Não é cliente? Abra sua conta

Informação é fundamental para investir bem. Confira os índices atualizados.

Tabela de índices

Movimentação mensal e anual dos principais
índices financeiros do mercado.

RANKING DE ÍNDICES

Compare a movimentação dos principais índices financeiros do mercado.

IPCA* DI IRFM IMA-B DÓLAR IBOV SP500
Atualizado em 10/09/2018
2016 JANEIRO
IBOV 97.35%
DÓLAR 3.53%
IRFM 2.79%
IMA-B 1.91%
IPCA 1.27%
DI 1.05%
SP500 -5.06%
2016 FEVEREIRO
IBOV 5.91%
IMA-B 2.26%
IRFM 1.54%
IPCA 0.90%
DÓLAR -1.56%
SP500 -0.46%
DI 1.00%
2016 MARÇO
IBOV 16.97%
SP500 6.62%
IMA-B 5.31%
IRFM 3.42%
DI 1.16%
IPCA 0.43%
DÓLAR -10.57%
2016 ABRIL
IBOV 7.70%
IMA-B 3.93%
IRFM 3.46%
DI 1.05%
IPCA 0.61%
SP500 0.27%
DÓLAR -3.04%
2016 MAIO
DÓLAR 4.18%
SP500 1.53%
DI 1.11%
IBOV 0.78%
IRFM 0.26%
IMA-B -0.10%
IPCA -10.09%
2016 JUNHO
IBOV 6.30%
IRFM 2.13%
DI 1.16%
IPCA 0.35%
IMA-B 1.93%
SP500 0.09%
DÓLAR -10.72%
2016 JULHO
IBOV 11.22%
SP500 3.56%
IMA-B 2.51%
IRFM 1.32%
DI 1.11%
DÓLAR 0.91%
IPCA 0.52%
2016 AGOSTO
DI 1.21%
IBOV 1.03%
IRFM 0.98%
IMA-B 0.89%
IPCA 0.44%
DÓLAR 0.04%
SP500 -0.12%
2016 SETEMBRO
IRFM 1.96%
IMA-B 1.57%
DI 1.11%
IBOV 0.80%
IPCA 0.08%
SP500 -0.12%
DÓLAR -0.18%
2016 OUTUBRO
IBOV 11.23%
IRFM 1.22%
DI 1.05%
IMA-B 0.64%
IPCA 0.26%
SP500 -1.94%
DÓLAR -2.07%
2016 NOVEMBRO
DÓLAR 6,11%
SP500 3.42%
DI 1.04%
IRFM 0.32%
IPCA 0.18%
IMA-B -1.22%
IBOV -4.65%
2016 DEZEMBRO
IMA-B 2.91%
SP500 1.82%
IRFM 1.84%
DI 1.12%
IPCA 0.30%
IBOV -2.71%
DÓLAR -4.51%
2017 JANEIRO
IBOV 7.38%
IRFM 2.28%
IMA-B 1.87%
SP500M 1.79%
DI 1.08%
IPCA 0.38%
DÓLAR -4.05%
2017 FEVEREIRO
IMA-B 3.85%
SP500 3.72%
IBOV 3.08%
IRFM 2.01%
DI 0.86%
IPCA 0.33%
DOLAR -0.89%
2017 MARÇO
DÓLAR 2,23%
IRFM 1.50%
DI 1.05%
IMA-B 1.04%
IPCA 0.25%
SP500 -0.04%
IBOV -2.52%
2017 ABRIL
DÓLAR 0.95%
SP500 0.91%
DI 0.79%
IBOV 0.64%
IRFM 0.53%
IPCA 0.14%
IMA-B -0.32%
2017 MAIO
DÓLAR 1.42%
SP500 1.16%
DI 0.93%
IPCA 0.31%
IRFM 0.30%
IMA-B -1.19%
IBOV -4.12%
2017 JUNHO
DÓLAR 1,99%
IRFM 1.35%
DI 0.81%
SP500 0.48%
IBOV 0.30%
IMA-B 0.16%
IPCA -0.23%
2017 JULHO
IBOV 4,80%
IMA-B 4.00%
IRFM 2.31%
SP500 1.93%
DI 0.80%
IPCA 0.24%
DÓLAR -5.37%
2017 AGOSTO
IBOV 7,46%
IMA-B 1.34%
IRFM 1.06%
DI 0.80%
DÓLAR 0.52%
IPCA 0.19%
SP500 0.05%
2017 SETEMBRO
IBOV 4,88%
SP500 1.93%
IMA-B 1.81%
IRFM 1.48%
DÓLAR 0.66%
DI 0.64%
IPCA 0.16%
2017 OUTUBRO
DÓLAR 3,44%
SP500 2.22%
DI 0.64%
IPCA 0.42%
IRFM 0.10%
IBOV 0.02%
IMA-B -0.38%
2017 NOVEMBRO
SP500 2,81%
DI 0.57%
IPCA 0.32%
IRFM 0.09%
DÓLAR -0.47%
IMA-B -0.76%
IBOV -3.15%
2017 DEZEMBRO
IBOV 6.16%
DÓLAR 1.42%
IRFM 1.24%
SP500 0,98%
IMA-B 0.83%
DI 0.54%
IPCA 0.44%
2018 JANEIRO
IBOV 11.14%
SP500 5,62%
IMA-B 3.35%
IRFM 1.26%
DI 0.58%
IPCA 0.39%
DÓLAR -4.40%
2018 FEVEREIRO
DÓLAR 2.61%
IRFM 1.10%
IMA-B 0.55%
IBOV 0.52%
DI 0.46%
IPCA 0.32%
SP500 -3.89%
2018 MARÇO
DÓLAR 2.43%
IRFM 1.32%
IMA-B 0.94%
DI 0.53%
IPCA 0.09%
IBOV 0.01%
SP500 -2.69%
2018 ABRIL
DÓLAR 4.73%
IBOV 0.88%
DI 0.52%
IRFM 0.47%
SP500 0.27%
IPCA 0.22%
IMA-B -0.14%
2018 MAIO
DÓLAR 7.35%
SP500 2.16%
DI 0.52%
IPCA 0.40%
IRFM -1.85%
IMA-B -3.16%
IBOV -10.87%
2018 JUNHO
DÓLAR 3.18%
IPCA 1.26%
DI 0.52%
SP500 0.48%
IRFM 0,04%
IMA-B -0.32%
IBOV -5.20%
2018 JULHO
IBOV 8.88%
SP500 3.60%
IMA-B 2.32%
IRFM 1.47%
DI 0.54%
IPCA 0.33%
DÓLAR -2.62%
2018 AGOSTO
DÓLAR 10.13%
SP500 3.03%
DI 0.57%
IPCA -0.09%
IMA-B -0.45%
IRFM -0.93%
IBOV -3.21%
2003
IBOV 97.34%
IRFM 28.33%
SP500 26.38%
DI 23.32%
IMA-B 11.76%
IPCA 9.30%
DÓLAR -17.93%
2004
IMA-B 19,85%
IBOV 17.81%
DI 16.17%
IRFM 15.44%
SP500 8.99%
IPCA 7.60%
DÓLAR -8.58%
2005
IBOV 27,71%
IRFM 19.54%
DI 19.00%
IMA-B 13.89%
IPCA 5.69%
SP500 3.00%
DÓLAR -12.41%
2006
IBOV 32.93%
IMA-B 22.09%
IRFM 18.30%
DI 15.05%
SP500 13.62%
IPCA 3.14%
DÓLAR -8.14%
2007
IBOV 43.65%
IMA-B 14.04%
DI 11.82%
IRFM 10.73%
IPCA 4.46%
SP500 3.53%
DÓLAR -16.82%
2008
DÓLAR 31,38%
IRFM 13.88%
DI 12.37%
IMA-B 11.03%
IPCA 4.46%
SP500 -38.49%
IBOV -41.22%
2009
IBOV 82,66%
SP500 23.45%
IMA-B 18.95%
IRFM 12.47%
DI 9.90%
IPCA 4.31%
DÓLAR -25.34%
2010
IMA-B 17.04%
SP500 12.78%
IRFM 11.87%
DI 9.74%
IPCA 5.91%
IBOV 1.04%
DÓLAR -4.42%
2011
IMA-B 15,11%
IRFM 14.45%
DÓLAR 12.08%
DI 11.59%
IPCA 6.50%
SP500 0.00%
IBOV -18.11%
2012
IMA-B 15,11%
IRFM 14.30%
SP500 13.41%
DÓLAR 9.76%
DI 8.41%
IBOV 7.40%
IPCA 5.84%
2013
SP500 29.60%
DÓLAR 15.13%
DI 8.05%
IPCA 5.91%
IRFM 2.61%
IMA-B -10.02%
IBOV -15.50%
2014
IMA-B 14,54%
DÓLAR 12.75%
IRFM 11.40%
SP500 11.39%
DI 10.81%
IPCA 6.41%
IBOV -2.91%
2015
DÓLAR 49.98%
DI 13.24%
IPCA 10.67%
IMA-B 8.96%
IRFM 7.15%
SP500 -0.73%
IBOV -13.31%
2016
IBOV 38.91%
IMA-B 24.81%
IRFM 23.36%
DI 14.00%
SP500 9.55%
IPCA 6.29%
DÓLAR -17.51%
2017
IBOV 19.50%
SP500 18.26%
IRFM 13.78%
IMA-B 11.87%
DI 9.34%
IPCA 2.95%
DÓLAR 0.08%
2018
DÓLAR 25.01%
SP500 8.52%
DI 4.32%
IMA-B 3.03%
IRFM 2.91%
IPCA 2.85%
IBOV 0.36%